PAPÉIS

AGNES AYRES, SOPRANO

 

GILDA

(RIGOLETTO-1945)

 

LUCIA

(LUCIA DI LAMMERMOOR)

 

ADINA

(O ELIXIR DO AMOR-1955)

 

VIOLETA

(LA TRAVIATA)

 

NEDA

(PAGLIACCI-1958)

 

NORINA

(DON PASQUALE-1957)

 

MIMI

(LA BOHÈME)

 

ROSINA

(IL BARBIERE DI SEVIGLIA)

 

LEILA

( LES PÊCHEURS DE PERLES-1959)

 

DELIA

(FOSCA-1966)

   (LO SCHIAVO)

 

CONDESSA

 

 



  • Nascida em 9-3-1925, a paulista Agnes Ayres foi uma das mais renomadas sopranos brasileiras. Ela encantou um exército de fãs ao longo de quase quatro décadas.

  • Em 1941, foi procurar o professor Arturo di Angelis, com quem teve as primeiras lições de canto; foi também aluna do professor - Francesco Murino. 

  • Assim como Constantina Araújo, também aluna do mesmo professor, iniciou sua carreira na então Rádio Cultura, passando a integrar, posteriormente, o elenco da Rádio Gazeta. 

  • Estreou, em 1945,  como Gilda, de "Rigoletto", nas temporadas líricas organizadas de 1943 a 1946 pelo maestro Armando Belardi, no Teatro Santana. Esse foi um dos seus melhores papéis.

  •  No Teatro Municipal de São Paulo, cantou Gilda pela primeira vez  em 1946, nas temporadas de verão e oficial. 

  • Também fez Violeta, em 1948, e Lucia, em 1949.

  • Na temporada de 1951, fez três papéis: Rosina, ao lado de Cesare Valletti e Gobbi; Gilda, com Di Stefano e Becchi e Violeta, com Filipeschi e Gobbi.

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  • CRÍTICAS

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  • ROSINA (1952) “(...) ao interpretar a parte de Rosina, fê-lo com inteligência e perspicácia, contribuindo para o equilíbrado nível de interpretação da obra. Contracenou sempre com muito senso e imaginação e excelente habilidade a parte musical do seu papel”
  • No Teatro All Augustus (Gilda – Gênova – 1952) (...) o publico encontrou-se frente a uma cantora digna da melhor tradição vocal e cênica de timbre agradável e de perfeita e emissão de registro.(...) Não façamos por enquanto comparação com as altas divas, mas não seria, talvez, fora de propósito.”
  • “Lucia”, em 1948 “(...) os malabarismos “picchietale” da sua parte, tão acessíveis às sopranos ligeiros, elas os venceu com muita bravura.”
  • “La Traviatta” (...) A Violeta de Agnes Ayres tem qualidades plenamente afirmativas, apesar de ser um papel árduo por muito excessivamente sabido.”
  • Em janeiro de 1950, apresentou-se em três récitas de “Rigoletto”, no “Comunale di Firenzeao lado de Mario Filipeschi e Aldo Proti. “(...) palavra de elogio especial foi dado à soprano Agnes Ayres que, entre outros, na romanza “Caro nome” teve acentos belíssimos e a segurança de afinação a ponto de merecer calorosos aplausos em cena aberta.”
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  •  Capa do Programa da Temporada de 1949 

 

 

 

 

 

 

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